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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Redação dos alunos do 6º ano: A minha árvore encantada

Eu me chamo Bia e vim contar sobre uma árvore muito grande e bonita.
Todo final de semana, eu e minhas amigas íamos ao CBI (Clube dos Bancários de Ibitinga) e ficávamos encantadas com uma árvore gigante e linda, totalmente deslumbrante; isso me alegrava muito, pois principalmente na primavera, aquela árvore ficava cheia de frutos que alegravam e deixavam os meus dias mais coloridos e divertidos. Aqueles troncos grossos, enormes e retorcidos repleto de folhas coloridas como confetes de carnaval.
Todo dia que eu passava perto daquela árvore, a minha vontade era de subir nela e nunca mais descer; fazer o trabalho da primavera que é dar flores e colorir o mundo com seu perfume e apaixonar todos que passarem por debaixo dela. 
Um dia, eu estava indo para o CBI e não vi mais aquela árvore. O que será que havia acontecido? Justamente o que eu temia... mais uma árvore derrubada! E eu nem tive a chance de subir nela ou ao menos tirar um fotografia de recordação. 
O que sobrou foi apenas aqueles galhos jogados ao chão... E os dias de verão? Como seriam meus dias de verão sem poder sentir a sombra dela? Os dias de primavera também não seriam mais os mesmos: alegres, perfumados e com suas lindas e diferentes cores. 
Senti uma sensação horrível ao saber que nunca mais conseguirei ver uma árvore tão linda, colorida e cheirosa como aquela; forte como o sol que brilhava quando alguém passava. 
Sentirei saudades de você, minha árvore encantada!

Beatriz Pereira Mendes, aluna do 6º ano. 

sábado, 4 de outubro de 2014

Redação dos alunos do 6º ano: O dragão do diamante

Era uma vez um menino de dez anos que morava na rua e se chamava Zequinha. Um dia, Zequinha estava procurando coisas dentro de uma lata de lixo e encontrou um bebê dragão. Zequinha o abrigou em uma casa na árvore, dentro da floresta. No dia seguinte, o bebê dragão começou a vomitar diamantes. Por isso, Zequinha conseguiu comprar uma casa com nove quartos: um ficou para ele, outro para o dragão e os demais ele concedeu aos mordomos. Cada quarto tinha um ar condicionado. 
No outro dia, o dragão já havia crescido e seu quarto estava cheio de diamantes. Zequinha contratou seguranças e comprou muitas coisas. O dragão encheu três quartos de diamantes. No dia seguinte, os diamantes foram roubados. Zequinha nem ligou, porque o dragão passou a vomitar umas vinte vezes mais e Zequinha teve de comprar um depósito de vinte metros e em pouco tempo já estava cheio. Zequinha também cresceu e se casou. 
Em um dia, ele encontrou um dragão fêmea, igual ao seu outro dragão; os dois procriaram e tiveram cinco filhos dragões e Zequinha teve diamantes infinitos e viveu feliz para sempre.

João Pedro Chiquesi, aluno do 6º ano.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Redação dos alunos do 6º ano: O engano verdadeiro

Um dia, Melissa de 12 anos, estava andando pela beira do mar, quando viu uma coisa bem pequena brilhando no chão.
Ela chegou mais perto e pegou. Era uma pedra de ouro. Ouviu uma voz chamando-a: Melissa, Melissa, Melissa...ela olhou para os lados e não encontrou ninguém. De novo, a voz veio: Melissa...
A garota já começou a ficar assustada, pois não havia ninguém por perto. Ela olha para trás e de repente, depara-se com mais pedras de ouro brilhando pelo chão.
O mar, de repente, formou uma onda, que se curvou para Melissa e disse:
- Melissa, você é a nossa princesa. Essas pedras no chão são todas para você!
- Não,não! Eu não sou princesa. Só estou aqui visitando!
- A lenda diz que quando uma menina pisasse aqui na praia e as pedras se acendessem, essa garota seria a princesa das águas e das pedras.
- Não, isso é um engano. Eu não sou princesa. Sou só uma menina das terras do Nordeste.
No outro dia, a menina foi embora. Queria ficar mais ali, mas estava muito assustada. A tarde foi tranquila, mas a noite ela sonhou que estava de novo naquela mesma praia. A praia começou a chamá-la, mas desta vez, no sonho, ela não olhou para os lados, até que uma mão encostou em seu ombro. Foi nessa hora que ela acordou assustada em plena madrugada. 
No outro dia, ela foi aquela mesma praia e perguntou a onda:
- O que você quer comigo? Eu não quero ser uma princesa, quero continuar como estou. Pare de querer me transformar em algo que não sou!
A onda se abaixou e ouvia o recado de uma sereia que falava:
- Onda, essa garota não é a princesa do mar e nem das pedras. Minha filha que estou procurando, não é ela!
A onda, então, falou:
- Menina, pode ir. Eu me enganei. Você não é a princesa que estamos procurando, mas possui um dom muito especial, pois você consegue controlar as águas e as pedras.
Uma hora depois, Melissa acordou ouvindo as ondas do mar e saiu para vê-las. 
A onda não veio falar com ela, porque na verdade tudo isso tinha sido um sonho. Mas por dentro ela sentia que tinha o dom!

Gabrielle Tais Basso, aluna do 6º ano.




sábado, 27 de setembro de 2014

Redação dos alunos do 6º ano: Hey, não entrem aí!

Um dia, em uma casa abandonada, 13 amigos ficaram quebrando às janelas, pensando que era do seu inimigo Fred, mas não sabiam que era uma casa abandonada, porque era uma casa muito bela, mas talvez, mal-assombrada. 
No dia seguinte, os amigos viram no noticiário o apresentador falando:
- A velha casa abandonada do Granvile foi vista com todas as janelas quebradas. Será que alguma assombração irá se vingar das pessoas que fizeram isso?
Então, é claro que eles morreram de medo, pois era sexta-feira 13. 
Um pouco depois, as 23:00 horas, eles voltaram naquela casa e pediram perdão. Um deles disse:
- Vamos entrar, talvez não estejam nos ouvindo!
O outro falou:
- Eu nunca vou entrar nessa casa!
Todos os outros também não quiseram entrar. Então, Tom entrou sozinho e gritou:
- É muito legal aqui dentro. Entrem vocês também!
Somente o Eduard, ficou para fora gritando:
- Hey, não entrem aí! Não entrem!
Mas todos entraram.
No dia seguinte, não havia nenhum sinal deles na casa. A única coisa estranha que ficou por lá eram as manchas de sangue que haviam pela casa inteira.

Mariane da Silva Oliveira, aluna do 6º ano.

Redação dos alunos do 6º ano: A escola enfeitiçada

Era uma escola, parecia ser uma escola igual as outras, mas não era! A aparência era igual, mas por dentro haviam muitas coisas diferentes.
Toda noite, as 23:23 horas, as luzes do corredor acendiam sem nenhum comando. As portas batiam sem nenhum empurrão.
Quando eu estudava nessa escola, havia uma menina bem pobrezinha, feia e quietinha. Os meus amigos daquela época, zoavam com ela por causa disso. Machucavam-na, batiam-na e depois a guardavam no último porão da escola... o mais escuro, o mais fedido e o mais temido!
Nós estudávamos a noite. A aula acabava sempre as 23:00 horas. E como os meninos faziam essas coisas com a garota, eles sempre saíam da escola aproximadamente às 23:30.
Eles vinham todos os dias, as 7:00 horas da manhã, libertar a menina. Só que em um dia, a menina não estava mais lá. Eles procuraram ela em todos os lugares, mas não a encontraram. 
O tempo passou, agora a garota assusta todos os meninos que maltratam as meninas da escola. 
Quando aqueles garotos completaram vinte e três anos, ela os matou, sem deixar nenhum rastro.
A maioria dos alunos que estudavam naquela escola morriam ou eram internados em estado grave. Muitos eram levados para o hospício, mas nunca restou um menino sequer naquela escola.
Até que em um dia, o diretor, cansado de tanta morte naquele local, resolveu fechar a escola e demoli-la. 
Esse foi o fim e a vingança de Anne Bard.

Isadora, aluna do 6º ano.

Redação dos alunos do 6º ano: Uma história

Em uma cidade, havia uma menina com o nome de Hotel; ela tinha um amigo bem mais que amigo, chamado Lechel. 
Em um dia qualquer, Hotel foi até o seu jardim. Nele havia um balanço que seu pai tinha construído quando ela era ainda uma criança.
Nesse momento, chamou Lechel, que por acaso, veio correndo para se encontrar com Hotel. 
Ela então lhe disse que o seu balanço precisava de um novo lar. Então, decidiram publicar um anúncio na internet. Logo depois, Hotel foi ver seus e-mails e se surpreendeu, pois haviam vários pedidos que queriam dar um novo lar para o balanço.
Então, eles decidiram dar o balanço para um homem chamado Lancaster, que estava na foto com seus três filhos.
Lechel mandou-lhe uma mensagem, dizendo que poderia vir a qualquer hora para buscar o balanço na casa de Hotel.
Nesse mesmo dia, Lancaster veio, pegou o balanço e Hotel se despediu do mesmo.
Até que durante a noite, Hotel foi com Lechel até o quintal; lá, ela se deitou na grama e olhou o lugar vazio aonde o balanço ficava. Logo após, também olhou as estrelas e pensou em como era divertido ficar naquele balanço que agora era de outra pessoa!

Isabele Vilas Boas, aluna do 6º ano.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Redação dos alunos do 6º ano: Amanda e o mistério do lobo

Em um vilarejo bem distante da cidade, morava uma garota chamada Amanda. Ela era uma menina simpática, alegre, mas também destemida.
Amanda sempre usava uma capa vermelha que tinha ganhado de sua avó. E todos os dias, a garota levava algo à sua vovozinha. No caminho da sua casa para a casa de sua avó, Amanda sempre via um rapaz, pelo qual era apaixonada.
O garoto se chamava Leandro. Ele era um guerreiro forte, corajoso e também apaixonado por Amanda. Os dois nunca se falaram muito, mas um dia resolveram se encontrar.
Eles se encontraram uma, duas, três vezes, mas na quarta vez houve um grande e complicado problema. O problema era um lobo fora do normal. Ele era enorme, feroz, tinha presas enormes e o pior: estava com fome e não gostava da luz do sol. 
O lobo, então, atacando toda a cidade, encontrou Amanda e Leandro. Os dois ficaram desesperados, mas foram salvos pelo amanhecer. O sol começou a aparecer e o lobo foi embora. 
Os dois jovens, curiosos, foram perguntar sobre aquele lobo, à um padre que morava ali há muito tempo. 
O padre disse que o lobo era um homem que de dia se apresentava de forma normal e a noite virava aquele furioso lobo. Os jovens também perguntaram se havia um jeito daquele lobo se apresentar apenas em forma de homem. O padre disse que sim, mas que para fazer o lobo adotar somente a forma humana, o jovem mais valente do vilarejo teria que enfiar uma espada de prata no coração do lobo. 
Então, os jovens foram falar ao governante da cidade, mas ele discordou da ideia e disse que já sabia o que iria fazer.
A noite, quando o lobo apareceu, o governante levou uma isca à uma casa abandonada, que chamou a atenção do lobo para lá. Trancou o bicho lá dentro, saiu e jogou fogo. Mas nada aconteceu!
E todos ficaram esperando o jovem mais corajoso aparecer e fazer o que tinha dito o padre. E finalmente, apareceu Leandro. Ele afrontou os obstáculos e conseguiu fazer com que o lobo ficasse só na forma humana. 
Mas, então, Amanda logo percebeu que aquela fera que assustava a cidade era o seu pai, que ela pensava que havia perdido há muitos e muitos anos.
E Leandro foi morar com Amanda. E o lobo? Virou avô!


Ana Caroline Rocha, aluna do 6º ano.

Redação dos alunos do 6º ano: Um grande presente

Era uma vez uma menina que se chamava Helena. Em um domingo ela estava fazendo aniversário e decidiu fazer uma festa em sua casa para comemorar.
Aproximadamente ao meio dia, Helena escutou o portão se abrir. Foram entrando seus primos e logo depois sua tia. As duas foram logo se abraçando. Mas, de repente, sua tia falou para ela olhar para o lado. Helena, imediatamente, virou-se e quando percebeu... era um cachorro preto com as patas caramelo.
Ela já foi fazendo carinho nele. Ficou olhando um instante, para ver que nome combinaria com ele. Decidiu chamá-lo de Totó.
Já tarde, acabou a festa e foi dormir. Acordou no meio da madrugada com o Totó chorando. Foi lá fazer um carinho para tentar acalmá-lo.
Passou-se alguns meses e cada vez mais Totó ficava mais feliz e feliz com sua família e seu belo lar.

Letícia Artuzo Scarpim, aluna do 6° ano. 

Redação dos alunos do 6º ano: Era uma vez uma vaca

Era uma vez uma vaca chamada Mimosa, que era muito conhecida por seu leite cor de rosa, sabor amora.
Mimosa gostava de comer os frutos da amoreira, que era a plantação que predominava naquele local e é por causa disso que seu leite era tão diferente.
O dono da fazenda em que morava, só pensava no dinheiro em que ela lhe trazia, pois seu leite já era consumido em todo o Brasil.
Em um tempo de seca, em que não havia água para beber, as plantações de amoras murcharam e a vaca já não tinha mais o que comer. 
Quando o dono da vaca pensava em vender a fazenda para comprar mais pés de amoras, a vaca deu um sinal e começou a comer os frutos da mangueira. Seu leite começou a sair alaranjado, com sabor de manga.
Já que o dono da fazenda só pensava em dinheiro, ele achou que o novo leite não iria vender. Mas quando a notícia se espalhou, todos quiseram experimentar o novo leite e o dono da fazenda ganhou o dobro do dinheiro que já ganhava.

Gabriela Paez, aluna do 6 º ano.

Redação dos alunos do 6º ano: Histórias

Quem não gosta de ler? Pois é, os netos da D. Maria e do Sr. Pedro adoram, mas eles não só leem: os seus avós lhes contam várias histórias debaixo da grande árvore, que eles também aproveitam para se deliciar com os frutos.
Todas as tardes, logo que o sol está mais baixo, perto de se pôr, levam os netos para debaixo da árvore e contam-lhe várias histórias.
Um dia, dois desses netos, Helena e Enzo, estavam passeando em uma pracinha, junto dos avós, quando uma menina pediu-lhes um livro.
Enzo e Helena, vendo aquilo, correram contar aos primos mais velhos Emily e Luiz.
Eles então tiveram uma ideia...
Semanalmente, aos domingos, eles iam até a pracinha, onde recontavam as histórias dos avós à várias crianças e ao final, davam-lhes lápis e folhas para que ilustrassem seus próprios livros.
Essas crianças, também foram inovando e fazendo esse reconto de histórias. Isso virou uma tradição.

Emily Borin Ducci, aluna do 6º ano.

Redação dos alunos do 6º ano: A tragédia

Era uma vez uma princesa chamada Amélia. Ela tinha dezoito anos e precisava se casar logo, pois na região em que morava, quem não se casava aos dezoito anos, era amaldiçoada.
Amélia conhecia um príncipe que morava pelas redondezas e ele era muito bonito. Chamava-se Pedro.
Então, ela ligou na casa do príncipe e avisou que queria marcar um encontro na praça São Lourenço, as 16:00 horas.
E chegou o dia dos dois se encontrarem... Por um instante ninguém sentiu atração pelo outro. Mas depois que conversaram bastante, perceberam que a beleza não leva a nada e sim o que vale é o coração.
Ficaram três meses namorando. Viajaram para vários países. Amélia conheceu a família de Pedro inteira, assim como Pedro também conheceu a família de Amélia. Viviam em muita alegria. Eram, realmente, um perfeito casal! 
Até que um dia, Pedro pediu a mão de Amélia em casamento. O evento aconteceria no próximo mês, mas antes disso, Amélia precisou viajar à negócios. No meio do caminho, o carro onde estava perde o controle e acaba caindo de um penhasco.
Sabendo que sua noiva havia morrido, Pedro não aguentou e acabou se suicidando com uma facada no próprio coração. 
Dias depois, a polícia descobriu que alguém havia forjado os pneus do carro da princesa.
Pouco tempo depois, descobriram que este alguém era o pai de Amélia.
Perguntaram para ele o porquê disso ele respondeu que estava com ciúmes de sua filha, pois desde que ela conheceu Pedro, só pensava em viajar com ele e nem ligava mais para o próprio pai.
Então, ele foi condenado por cem anos e nunca mais saiu da prisão.
As duas famílias nunca mais se recuperaram nem financeiramente, nem psicologicamente.

Júlia Campitelli Schell, aluna do 6º ano.